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FIBRA DEVE SE TORNAR PRINCIPAL TECNOLOGIA DE BANDA LARGA FIXA NO PAÍS EM 2020

Acessos com a tecnologia vão superar os 30% de participação de mercado naquele ano, passando o xDSL, em franco declínio, e o cable modem, que perde clientes em ritmo mais lento, conforme levantamento da Teleco.

Os acessos de banda larga fixa usando tecnologia de fibra óptica devem se tornar maioria no país em 2020, conforme cálculos feitos pela consultoria Teleco e divulgados no final de semana. A estimativa é que a fibra continue a ganhar mercado sobre o xDSL, que é usado principalmente pelas operadoras Telefônica e Oi. O cabo tende a perder espaço também, mas em um ritmo muito menor.

O FTTx (fibra), que em 2016 equivalia a 6,5% dos acessos brasileiros, deve superar os 30% em 2020, um pouco mais que o xDSL e o cable modem. “Nos últimos 2 anos a fibra acumulou adições líquidas de 3,9 milhões de acessos, enquanto os acessos de pares metálicos (xDSL) encolheram em 1,1 milhão”, destaca a Teleco.

Embora Telefônica e Oi estejam migrando clientes para a fibra, são os provedores regionais de acessos que estão disseminando a fibra no Brasil. As chamadas operadoras competitivas terminaram 2018 responsáveis por 57% dos acessos em fibra. Enquanto Telefônica tinha 46% dos acessos xDSL e a Oi, 44%. “A Vivo ainda conseguiu compensar estas perdas com o crescimento dos acessos em fibra, o que não ocorreu com a Oi”, ressalta a consultoria.

O interesse por fibra parece conduzir as operadoras competitivas ao crescimento, e as operadoras tradicionais, à retração. Os ISPs foram responsáveis por 84% das 2,14 milhões de adições de 2018.

Enquanto as demais perderam clientes apesar dos esforços em migrar para FTTH.

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 29/04/2019
OPERADORAS TENTAM SE REINVENTAR PARA COMPETIR COM NETFLIX NA TV PAGA

A migração do consumidor para serviços digitais está forçando operadoras tradicionais a se reinventar. As empresas precisam ser capazes de competir em pé de igualdade com a Netflix, e como não podem produzir conteúdo exclusivo pela legislação brasileira, precisam ao menos oferecer pacotes que agregam valor perceptível ao usuário.

Para Marcio Carvalho, diretor de marketing Claro Brasil, cabe cada vez mais às teles tradicionais o papel de curadoras. “Nosso papel é reunir um conteúdo de qualidade, aplicações que têm valor, não apenas de vídeo, fazer curadoria para o cliente. O que podemos fazer para as OTTs é agregar valor a seus produtos”, disse o executivo no evento Straming Brasil, hoje, 22, em São Paulo.

Um exemplo, segundo ele, é justamente trazer a capacidade de billing que as grandes operadoras possuem. “Há no Brasil uma questão com cartão de crédito, então na nossa parceria com a Netflix eles conseguem faturar na conta, ampliando o acesso”, disse Carvalho ao Tele.Síntese.

Maior operadora de TV paga do país em número de assinantes, a Claro (dona da Net), reconhece que o modelo passa por uma transformação, em que o digital achata margens. “Às vezes somos atropelados por empresas que têm capacidade de inovação, mas o Brasil tem suas jabuticabas, não é possível mudar tudo”, ressaltou, se referindo à impossibilidade de produtoras serem também distribuidoras de conteúdo. Algo que a Claro está contestando na Anatel.

Segundo ele, a TV paga ainda tem a vantagem competitiva de estar na casa do usuário, com hardware adequado para acesso ao conteúdo. “A Apple TV é um excelente produto, mas custa R$ 2 mil. Por isso acho que o modelo em que as TVs pagas subsidiam o hardware, que é caro, para o usuário assistir conteúdos vai continuar. O desafio é como criar novas plataformas sem destruir valor, mas criando valor adicional”, acrescentou.

A saída, dentro da Claro, foi usar a tecnologia do streaming para ofertas exclusivas. Como a transmissão das disputas de todas as modalidades nas Olimpíadas do Rio, em 2016. “Foram 100 canais de transmissão usando streaming puro para melhorar a experiência na caixinha. Sem o streaming não seria possível. Foi a primeira vez que transmitimos 100% da competição”, falou.

Carvalho acredita que as operadoras têm as características para se tornarem integradoras de aplicações, empacotando ofertas de diferentes OTTs em um mesmo produto, com login e senha únicos. A dificuldade, no entanto, é negociar um acordo entre os diferentes competidores. “Tem que haver no wallet share valor suficiente para pagar toda uma cadeia produtora. Aí está o valor de um bundle completo”, falou.

AT&T
Para Michael Hartman, vice-presidente sênior da AT&T, as operadoras vão se diferenciar das gigantes digitais através da integração vertical. Ou seja, vão participar de todas as etapas da cadeia – da produção de conteúdo, ao empacotamento e distribuição.

Essa visão justifica os aportes que a AT&T fez para comprar da Warner Media, ou explica porque a Comcast, dona da NBC Universal e da DreamWorks, comprou a operadora de TV paga por satélite Sky na Europa. Ou por que a Disney comprou parte da Fox para obter participação majoritária no serviço de streaming Hulu.

O Brasil não é um mundo à parte deste universo em mudança. “Em quatro anos a audiência de vídeos na internet cresceu 135% no Brasil. A da TV, apenas 13%. Aqui a audiência fica 24,8 horas semana na frente da TV, e 19 horas por semana na internet”, lembrou.

O impacto disso é a perda de receita por parte das empresas tradicionais. A venda de publicidade está mudando da TV paga para o online, logo, o retorno para quem faz TV paga está diminuindo, diagnostica. Ao mesmo tempo, a regulação é antiquada e feita para um modelo de cadeia de valor que, para ele, não existe mais.

“A Lei do SeAC procurou colocar alguma ordem neste setor no Brasil, mas criou aqui um papel que só existe aqui: o do empacotador de conteúdo. No mundo todo quem distribui é quem empacota”, diz.

A lei local atrapalha os planos da AT&T. “Os velhos conceitos já não existem. A ideia de cadeia de valor e separação de funções não existe mais. Os players tradicionais estão tentando integrar-se verticalmente, entrando em distribuição ou desenvolver a possibilidade de produzir e revender conteúdo”, diz Hartman.

Segundo ele, as operadoras estão aprendendo a sobreviver com esta competição. A Directv, pertencente à AT&T, lançou há dois anos o Directv Now nos EUA, com a promessa de levar o modelo a outros países. No pacote, dezenas de canais acessíveis por streaming. Mas o aplicativo nunca chegou ao Brasil.

“Um dos desafios é ingressar nesse mercado sem receitas suficientes, com risco de canibalizar o próprio mercado. Uma empresa de TV paga tem que decidir se vai vender online. A Directv lançou serviço de TV barato, mas o preço teve que ser revisto, estão relançando agora [não no Brasil, por enquanto]”, afirma.

Barato ou caro, o que importa a seu ver é que nunca o lema conteúdo é rei foi não verdadeiro. “A competição hoje se dá pela exclusividade”, lembra.

(Fonte: RAFAEL BUCCO) - 22/04/2019
A senha "123456" ainda é a mais usada do planeta

Estudo da NCSC revela: mesmo com onda de vazamentos, milhões de usuários ainda confiam em uma senha simples para "proteger" suas contas

Entra ano, sai ano, e a senha "123456" continua sendo a campeã da insegurança. Religiosamente, a companhia de Segurança da Informação SplashData divulga a sua lista anual com as 100 chaves mais encontradas em bancos de dados vazados, e a dita senha segue firme na primeira posição.

Agora outro instituto de segurança entrou para fazer coro: o NCSC, o Centro Nacional de Segurança Cibernética do Reino Unido publicou um novo estudo, onde chegou a resultados muito parecidos aos divulgados pela SplashData.



O estudo da entidade britânica não revela nenhuma novidade para quem já está inteirado nesse assunto, mas ainda assim, traz algumas informações relevantes, como por exemplo, quantas pessoas ainda confiam em senhas simples/fracas. Por exemplo, a senha "123456" foi encontrada 23,2 milhões de vezes em bancos de dados de diversos vazamentos.

O objetivo da NCSC é incentivar usuários, e principalmente desenvolvedores e SysAdmins, a implementarem ferramentas de bloqueio de senhas fracas em seus sistemas. Exatamente por isso, em parceria com o expert em segurança Troy Hunt, responsável pelo site have I been pwned?, o instituto está disponibilizando um arquivo de texto, com as 100 mil senhas mais encontradas em vazamentos.

Na lista entre as mais vazadas, as velhas suspeitas de sempre estão todas no Top 10: "123456789" ocupa a segunda posição, "qwerty" é a terceira, "password" é a quarta e "11111" é a quinta. Já a combinação da maleta do presidente Skroob vive oscilando, mas na lista da NCSC, ela conseguiu conquistar a 10ª posição.



A NCSC está fornecendo os meios para que tais senhas sejam banidas por completo, ao serem bloqueadas nos sistemas e não sejam opções válidas para a criação de contas de usuários. É compreensível, o público médio odeia ter que lembrar delas, mas alguém precisa tomar tenência e ensinar, mesmo que na marra, ao pessoal ao menos pensar em uma senha que não seja complexa, fácil para sistemas invasores descobrirem e complicada de lembrar, mas que evite ser óbvia demais.

Um exemplo? A senha "oreocookie", embora não seja tão segura, foi encontrada em vazamentos apenas 3 mil vezes pela NCSC. Quando comparada com as clássicas, ela é efetivamente bem mais segura.

Para os usuários, uma boa dica é verificar o banco de dados do have I been pwned?, em busca de senhas que você utilize e que podem (ou não) já terem sido detectadas em brechas de segurança.

Atualmente, o site relaciona mais de meio bilhão de chaves de segurança não mais tão seguras, logo, se você achar uma de suas senhas por lá, troque-a.

No mais, é importante para empresas e serviços implementarem meios para banir senhas fracas, como o estado da Califórnia e a Microsoft estão fazendo.

Com informações: NCSC.

(Fonte: Ronaldo Gogoni ) - 22/04/2019
Ações da Disney batem recorde após divulgação de serviço de streaming

As ações da Walt Disney alcançaram uma máxima histórica nesta sexta-feira depois que analistas de Wall Street disseram que os preços competitivos de seu novo serviço de streaming poderia ajudá-la a competir com a Netflix.


14/12/2017 REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

As ações da Netflix caíram cerca de 4 por cento depois que a Disney precificou seu serviço de streaming, o Disney +, em 6,99 dólares por mês, abaixo do plano básico do pioneiro de streaming de vídeo, que custa 8,99 dólares.

"Os investidores acham as ofertas da Disney promissoras, porque estão bem posicionados para combater a Netflix pelo dinheiro dos consumidores", disse Clement Thibault, analista da plataforma de mercados financeiros globais Investing.com.

A Disney disse que espera atrair entre 60 e 90 milhões de assinantes e alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024. Ela planeja investir pouco mais de 1 bilhão de dólares para financiar a programação original no ano fiscal de 2020 e cerca de 2 bilhões até 2024.

"Ainda é muito cedo, mas a guerra começou oficialmente. Ao reagir com uma oferta competitiva, a Disney pelo menos se dá a chance de ganhar na indústria de streaming, em vez de perder usuário atrás de usuário para outros serviços de streaming". Thibault disse.

(Fonte: REUTERS) - 16/04/2019
Mais de 500 mil celulares são roubados por ano nas capitais

O smartphone é um dos mais visados pelos bandidos. Mas é possível se proteger dessa gangue

Quem nunca foi assaltado ou então teve um parente ou amigo assaltado, que atire a primeira pedra. Impossível, não é? Hoje, morando nas grandes cidades, todo mundo conhece alguém que teve o celular furtado ou que foi vítima de ladrões. Os índices só crescem e cada vez mais parece que estamos de mãos atadas diante tanta violência.



Foto: freepik / Divulgação

Pesquisas mostram que nos últimos anos o número de roubos de smarthphones tem crescido nas principais capitais do país. Os roubos e furtos acontecem geralmente à noite, quando o indivíduo está caminhando sozinho na rua. Também é muito comum acontecer arrastões em shows e eventos com grande aglomeração de pessoas. Testemunhamos direto às reportagens que mostram gangues que agem em conjunto e se aproveitam da distração das vítimas para furtar os aparelhos.



Foto: McAfee Network Associates Inc.

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Sobre o Portal da 25

O Portal da 25 foi lançado em 01 de maio de 2001, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua 25 de março no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para área pessoal e doméstica.